quinta-feira, 31 de março de 2011

Diário da República nº 28 - I série - 2010

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...”
Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896
Diário da República nº 28 - I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 -RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010.
Poderão aceder através do site http://WWW.dre.pt
Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica:
1 - Vencimento de Deputados: 12 milhões 349 mil Euros; 2 - Ajudas de Custo de Deputados: 2 milhões 724 mil Euros; 3 - Transportes de Deputados: 3 milhões 869 mil Euros; 4 - Deslocações e Estadas: 2 milhões 363 mil Euros; 5 - Assistência Técnica (??): 2 milhões 948 mil Euros; 6 - Outros Trabalhos Especializados (??)3 milhões 593 mil Euros; 7 - RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA: 961mil Euros; 8 - Subvenções aos Grupos: Parlamentares: 970 mil Euros; 9 - Equipamento de Informática: 2 milhões 110 mil Euros; 10- Outros Investimentos (??): 2 milhões 420 mil Euros; 11- Edifícios: 2 milhões 686 mil Euros; 12- Transfer's (??) Diversos: 13 milhões 506 mil Euros; 13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A.R.: 16 milhões; 977 mil Euros; 14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS: 73 milhões 798; mil Euros; NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é :? 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos)- Ver Folha 372 do acima identificado.
In: Diário da República nº 28 - 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010.
É VERGONHOSO...,O POVO É QUE TEM DE PAGAR ! REPASSEM PARA QUE TODOS SAIBAM ACERCA DOS QUE FALAM EM NOME DO POVO E DOS INTERESSES DO PAÍS.
O porquê de Portugal estar na falência! Como se chama a isto em Português? PORQUE ESTAMOS NA FALÊNCIA?
420.000,00? TAP administrador Fernando Pinto; 371.000,00? CGD administrador Faria de Oliveira; 365.000,00? PT administrador Henrique Granadeiro; 250.040,00? RTP administrador Guilherme Costa; 247.938,00? ISP administrador Fernando Nogueira; 245.552,00? CMVM Presidente Carlos Tavares; 233.857,00? ERSE administrador Vítor Santos; 224.000,00? ANA.COM administrador Amado da Silva; 200.200,00? CTT Presidente Mata da Costa; 134.197,00? PARPUBLICA administrador José Plácido Reis; 133.000,00? ANA administrador Guilhermino Rodrigues; 126.686,00? ADP administrador Pedro Serra; 96.507,00? Metro Porto administrador António Oliveira Fonseca; 89.299,00? LUSA administrador Afonso Camões; 69.110,00? CP administrador Cardoso dos Reis; 66.536,00? REFER administrador Luís Pardal: 66.536,00? Metro Lisboa administrador Joaquim Reis; 58.865,00? CARRIS administrador José Manuel Rodrigues; 58.859,00? STCP administrador Fernanda Meneses; 3.706.630,00?.
51.892.820,00? Valor do ordenado anual (12 meses + substatal + subs férias) 926.657,50?; Média Prémios 52.819.477,50?; 900,00? Média de um funcionário público; 58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro...
E DEPOIS AINDA QUEREM SABER SE A MALTA ESTÁ DISPOSTA A ABDICAR DO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E/OU NATAL PARA AJUDAR O PAÍS...

terça-feira, 29 de março de 2011

AFINAL A MORAL VEM DE CIMA!


Do Jornal LE POINT:
http://www.lepoint.fr/economie/les-retraites-en-or-de-l-europe-19-05-2009-344867_28.php
http://www.lepoint2.com/sons/pdf/Etude-Hauts-Fonctionnaires-Europeens.pdf

Escândalo na UE - ATENÇÃO LER E DIVULGAR - URGENTE

Noruegueses, Finlandeses, Suecos, Franceses,....Portugueses!, todos a denunciar! e a exigir HONESTIDADE. Já reparou? Os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE! E por quê? Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos. Envie isto para os europeus que conheça! Simplesmente, escandaloso.
Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!. Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês. Sim, leu correctamente!
Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha ..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar. Porquê e quem paga isto? Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro. A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"
Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus. É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia ....
Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ... Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam. Vejamos! Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1.515 €/mês(?). O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos)… O seu colega, Peter Hustinx acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado. Após 10 anos, ele terá direito a cerca de 9.000€ de pensão por mês(?). É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.
Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:
1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá 12.500€ por mês de pensão;
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, 12.900€ por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14.000€ por mês.
Consulte a lista em:
http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonneXSSCleanedXSSCleanedXSSCleaned=62286
Para eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ... Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.
Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos... De quem estamos falando?
Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas:: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.
Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ... Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc. Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar! Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto « verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas », beneficiam do sistema e não pagam as quotas. E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?
Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 ? / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações... É uma pura provocação!
O objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.
Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.
«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por "A+B" a dimensão do escândalo. Já foi aproveitado pelos media.
http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867

terça-feira, 22 de março de 2011

O ACORDO ORTOGRÁFICO

Quem vai ganhar muito dinheiro com a negociata, quem é? Nos nossos sete, oito e nove anos tínhamos que fazer aqueles malditos ditados que as professoras se orgulhavam de leccionar. A partir do terceiro erro de cada texto, tínhamos que aquecer as mãos para as dar à palmatória. E levávamos reguadas com erros destes: "ação", "ator", "fato" ("facto"), "tato" ("tacto"), "fatura", " reação", etc, etc...
Com o novo acordo ortográfico, voltam a vencer-nos, pois nós é que temos que nos adaptar a eles e não ao contrário. Ridículo... Mas, afinal de onde vem a origem das palavras da nossa Língua? Do Latim!! E desta, derivam muitas outras línguas da Europa. Até no Inglês, a maior parte das palavras derivam do latim.Então, vejam alguns exemplos:
Em Latim:- Actor; Factor; Reactor; Sector; Protector; Selection;Exactus; Exceptus; Baptismus;Exception. Optimum.
Em Francês:- Acteur; Facteur; Reacteur; Secteur; Protecteur; Selection; Exacta; Excepte; Baptême; Excepcion.
Em Espanhol:- Actor; Factor; Reactor; Sector; Protector;Seleccion, Exacto;Excepto; Baptism;
Em Inglês:- Actor; Factor; Reactor; Sector; Protector;Selection; Exact; Except;Baptism; Exception.
Em Alemão, reparem:- Akteur; Faktor; Reaktor; Sektor; Protektor;Selekte.
Velho Português (o que desleixámos):- Actor; Factor; Reactor; Sector; Protector; Selecção; Exacto; Excepto;Baptismo; Excepção; Óptimo.
O novo Português (o importado do Brasil):- Ator; Fator; Reator; Setor; Protetor;Seleção; Exato; Exceto; Batismo; Exceção; Ótimo.
Conclusão: na maior parte dos casos, as consoantes mudas das palavras destas línguas europeias mantiveram-se tal como se escrevia originalmente. Se a origem está na Velha Europa, porque é temos que imitar os do outro lado do Atlântico.Mais um crime na Cultura Portuguesa e, desta vez, provocada pelos nossos intelectuais da Língua de Camões.

O PEC IV !?!?

Conheça todas as medidas do PEC IV
O PEC foi ontem aprovado. (21.03.2011). Bruxelas recebeu carta com as medidas de austeridade. PEC foi ontem aprovado e chega hoje ao Parlamento. O Governo enviou uma carta a Bruxelas onde expõe as linhas de austeridade a assumir e revela que o aumento do salário mínimo para 500 euros este ano, também pode estar em causa. Hoje, a actualização do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) chega à Assembleia da República, mas o documento já chega corrigido. O Executivo já recuou no congelamento de todas as pensões - um dos pontos que mais polémica causou.
1. Salário mínimo depende da situação económica
Depois de ter garantido que o salário mínimo deveria atingir os 500 euros até ao final do ano, o Governo vem agora dizer, numa carta enviada a Bruxelas, que o aumento "vai depender da situação económica". E sublinha ainda que não existe qualquer compromisso de aumentos para o futuro e que qualquer decisão também dependerá das condições económicas e da avaliação do impacto nas regiões e sectores. O salário mínimo aumentou, este ano, para 485 euros, e ficaram definidos outros dois períodos de avaliação "com o objectivo de ser atingido" o montante de 500 euros "até ao final do de 2011" - este valor já estava acordado desde 2006. Para a UGT, o decreto-lei é claro e seria necessária uma alteração para escapar ao objectivo. João Proença garante que não vai aceitar essa decisão mas acredita que o compromisso vai ser cumprido - "independentemente do resultado das eleições" - e diz que a situação contrária "põe em causa a credibilidade de qualquer Governo". Também a CGTP - que esteve fora da decisão deste ano - garante que não aceitará "qualquer situação que ponha em causa a aplicação dos 500 euros", refere Arménio Carlos. Já o patronato sempre alertou para as dificuldades que o aumento do salário mínimo traria às empresas e vê com bons olhos este passo do Executivo, que, de acordo com António Saraiva, da CIP, revela "bom-senso".
2. Subsídio de desemprego vai mudar
O Governo já tinha anunciado a avaliação do regime do subsídio de desemprego (revisto em Julho) mas a carta enviada para Bruxelas vai mais longe e explica que em causa está evitar a "dependência" do subsídio e melhorar a sustentabilidade do sistema, revendo assim as regras (como as de acesso à prestação) no caso dos diferentes grupos. Hoje, o prazo da prestação vai aumentando consoante a idade e a carreira do beneficiário. Outra das alterações em perspectiva em matéria laboral tem a ver com as compensações por despedimento. As alterações afectam os futuros contratados e o Governo volta a referir que até ao final do ano avaliará as novas regras e a sua aplicação no caso de actuais trabalhadores que rescindem contrato por acordo. Em causa está ainda a "optimização" de procedimentos administrativos no caso de despedimento individual e colectivo. O aumento da flexibilidade laboral é outro dos tópicos, com o Governo a dizer que vai incentivar mecanismos relacionados com horas extraordinárias e períodos de referência (no cálculo da semana média de trabalho) na contratação colectiva. O Governo também se compromete a considerar os impactos na competitividade dos sectores e empresas no caso de extensão de convenções colectivas.
3. Pensões mínimas aumentam para 1,35 milhões
Depois de o ministro das Finanças ter garantido o "congelamento das pensões", o primeiro-ministro veio agora desfazer aquilo que considerou um "equívoco", que incomodava o PS e o PSD. "O senhor ministro das Finanças disse-me agora que as pensões mínimas vão ser aumentadas ligeiramente", respondeu José Sócrates a Paulo Portas durante o debate quinzenal. Já cá fora, o primeiro-ministro falou, no entanto, em pensões mais baixas, o que poderá apontar para um universo mais largo. Dados do Ministério do Trabalho indicam que há um milhão de pessoas a receber pensão mínima de invalidez e velhice pelo regime geral, a que acrescem 108,4 mil pensões sociais e 235,5 mil do regime agrícola. O PEC é ainda caracterizado pela contribuição especial aplicada às pensões acima de 1.500 euros, que contarão com cortes semelhantes aos aplicados nos salários do Estado. Juntando esta medida ao congelamento geral das pensões, a poupança ronda os 800 milhões de euros.
4. Limites às deduções fiscais
A introdução de tectos às deduções e benefícios fiscais já tinha estado na mesa de negociações com o PSD para o OE. Agora, o Governo recupera a proposta inicial e faz dela a principal medida de consolidação para 2012. De acordo com as contas da equipa das Finanças, a redução dos montantes que podem ser deduzidos pelas famílias em sede de IRS, e pelas empresas no IRC, representa quase metade do aumento de receita que está previsto para 2012. São cerca de 700 milhões de euros (0,4% do PIB), sendo que metade vem das famílias e a outra metade das empresas. Já em 2013, o Governo espera arrecadar com esta medida mais 0,1% do PIB. No total, será um encaixe de 880 milhões em dois anos.
5. Produtos alimentares com taxa máxima de IVA
Se o corte nas deduções de IRS e IRC são a principal medida para 2012, a revisão das tabelas de IVA é a principal para 2013. E também ela já tinha estado em cima da mesa e caído em função do acordo com o PSD. A revisão das tabelas vai implicar um aumento das taxas de IVA que incidem sobre alguns produtos. Ou seja, alguns dos produtos taxados a 6% poderiam passar para a taxa intermédia, de 13%, e os da taxa intermédia para a taxa normal, que desde o início do ano é de 23%. A medida permitirá arrecadar cerca de 170 milhões de euros em 2012 e 530 milhões em 2013.
Comentários vários:

Meus amigos será que é tão difícil ver como se baixa a despesa do Estado! Basta só acabar com as fundações que estão a comer dinheiro do estado, porque fundações são por exemplo a do Champalimaud. Agora como a Dr. Mário Soares, ainda gostava que alguém esclarece-se para que servem assim como 60% dos Institutos. O problema é que não se pode mandar esta gente para o desemprego porque depois só ganham 1.250€ em vez dos 5.000 e 6.000€.

Se é para apertar o cinto para que queremos tantos deputados? PORTUGAL precisa de ESTABILIDADE. Acham que temos alguém a ALTURA PARA GOVERNAR ESTE PAIS?

Compreendo o que dizem pois estou na mesma situação que vocês, acho que ninguém acredita em ninguém, no caso de dúvidas VOTEM EM BRANCO, é a melhor forma de protestar contra os políticos! Acho que está na altura de sair do país, quem ficar por cá que pague, daqui a 10 anitos volto a ver se isto já está minimamente aceitável. Ainda vou cá passar o Verão, assim poupo no avião em vir a Portugal apanhar um pouco de Sol. Estamos tramados, estes políticos agora no fim riem-se na mesma, pois estão cheios de dinheiro e eles e os amigos.

Eu acho sinceramente que só vamos acabar com esta miséria de vampiros que dizem eles que nos estão a governar, quando se limpar o sebo a meia dúzia, quando eles acordarem de manhã e pensarem - "alto lá, é melhor abrir a pestana que estes gajos não são bons do cérebro, ainda me limpam o sarampo "

O imposto de Iva de 6% para o Golfe é que é uma medida à séria. Ao pé deste os outros impostos são uma brincadeira. Os Alemães e Ingleses deixariam de vir jogar golfe para Portugal por causa do Iva a 23%? Cedência aos grandes grupos económicos é o que é...para termos governos destes não era preciso terem feito o 25 de Abril e tinhamos poupado muitos recursos!

O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS!? SERÁ MESMO VERDADE???

O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS NO PLANETA! SERÁ QUE NOS QUEREM FAZER PASSAR POR PARVOS?
Belgique - diesel EUR 1.222!; França - diesel EUR 1.294!; Portugal - diesel EUR 1.404!; Azerbaïdjan - Diesel EUR 0,31; Egypto - Diesel EUR 0,14; Ethiopia Super EUR 0,24; Bahamas Diesel EUR 0,25; Bolivia Super EUR 0,25; Brasil Diesel EUR 0,54; China: Normal EUR 0,45; Equador: Normal EUR 0,24;Ghana:Normal EUR 0,09! Groenlandia:Super EUR 0,50; Guiana: Normal EUR 0,67;Hong Kong: Diesel EUR 0,84; India:Diesel EUR 0,62;Indonésia:Diesel EUR 0,32;Iraque:Super EUR 0,60; Kazakhistão: Diesel EUR 0,44; Qatar: Super EUR 0,15 ;Kuweit: Super EUR 0,18; Cuba: Normal EUR 0,62; Libia: Diesel EUR 0,08! Malasia: Super EUR 0,55; México: Diesel EUR 0,41; Moldavia:Normal EUR 0,25; Omã: Super plus EUR 0,20;Peru Diesel EUR 0,22; Philippinas: Diesel EUR 0,69;Russia: Super EUR 0,64; Arabia Saudita Diesel EUR 0,07! Africa do Sul: Diesel EUR 0,66; Swazilandia Super EUR 0,10! Syria Diesel EUR 0,10! Trinidade: Super EUR 0,33; Thaïlandia Super EUR 0,65; Tunisia Diesel EUR 0,49; USA:Diesel EUR 0,61; Venezuela:Diesel EUR 0,07! Emiratos Arabes Unidos: Diesel EUR 0,18;Vietname: Diesel EUR 0,55;Ucrania: Diesel EUR 0,51!
É inacreditável, não é?
Os países da União Europeia e os seus ministros das Finanças, estão realmente a tomar os cidadãos por idiotas...”IVA + TIPP + PIT + ISF + IVA + imposto de consumo + as mais variadas extorsões fiscais...". E com um imposto sobre lucros extraordinários, a França não está sequer a cumprir os critérios de Maastricht. É a cereja no topo do bolo, uma enorme dívida externa para enfrentar a crise global!
Por favor estabeleçam contactos, para que todos cidadãos saibam como estão a ser enganados pelos políticos em quem votam! - (Estamos a mantê-los com todas as mordomias, com o dinheiro dos contribuintes!)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Os horários dos professores - vale a pena ler


Resposta ao Caríssimo que veio aos jornais INDIGNAR-SE contra os professores.
Tal demonstra bem como os profs trabalham tanto e "nem se dá por ela".
Caro anónimo indignado com a indignação dos professores,
Homens (e as mulheres) não se medem aos palmos, medem-se, entre outras coisas, por aquilo que afirmam, isto é, por saberem ou não saberem o que dizem e do que falam.
O caro anónimo mostra-se indignado (apesar de não aceitar que os professores também se possam indignar! Dualidade de critérios deste nosso estimado anónimo... Mas passemos à frente) com o excesso de descanso dos professores: afirma que descansamos no Natal, no Carnaval, na Páscoa e no Verão, (esqueceu-se de mencionar que também descansamos aos fins-de-semana). E o nosso prezado anónimo insurge-se veementemente contra tão desmesurada dose de descanso de que os professores usufruem e de que, ao que parece, ninguém mais usufrui.
Ora vamos lá ver se o nosso atento e sagaz anónimo tem razão. Vai perdoar-me, mas, nestas coisas, só lá vamos com contas.
O horário semanal de trabalho do professor é 35 horas. Dessas trinta e cinco, 9 horas são destinadas ao seu trabalho individual, que cada um gere como entende. As outras 26 horas são passadas na escola, a leccionar, a dar apoio, em reuniões, em aulas de substituição, em funções de direcção de turma, de coordenação pedagógica, a resolver problemas disciplinares (e outros do foro da psicologia, da assistência social,...), etc., etc.
Bom, centremo-nos naquelas 9 horas que estão destinadas ao trabalho que é realizado pelo professor fora da escola (já que na escola não há quaisquer condições de o realizar): preparação de aulas, elaboração de testes, correcção de testes, correcção de trabalhos de casa, correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo, investigação e formação contínua. Agora, vamos imaginar que um professor, a quem podemos passar a chamar de Simplício, tem 5 turmas, 3 níveis de ensino, e que cada turma tem 25 alunos (há casos de professores com mais turmas, mais alunos e mais níveis de ensino e há casos com menos - ficamos por uma situação média, se não se importar). Para sabermos o quanto este professor trabalha ou descansa, temos de contar as suas horas de trabalho.
Vamos lá, então, contar:
1. Preparação de aulas: considerando que tem duas vezes por semana cada uma dessas turmas e que tem três níveis diferentes de ensino, o professor Simplício precisa de preparar, no mínimo, 6 aulas por semana (estou a considerar, hipoteticamente, que as turmas do mesmo nível são exactamente iguais -- o que não acontece -- e que, por isso, quando prepara para uma turma também já está a preparar para a outra turma do mesmo nível). Vamos considerar que a preparação de cada aula demora 1 hora. Significa que, por semana, despende 6 horas para esse trabalho. Se o período tiver 14 semanas, como é o caso do 1.º período do presente ano lectivo, o professor gasta um total de 84 horas nesta tarefa.
2. Elaboração de testes: imaginemos que o prof. Simplício realiza, por período, dois testes em cada turma. Significa que tem de elaborar dez testes. Vamos imaginar que ele consegue gastar apenas 1 hora para preparar, escrever e fotocopiar o teste (estou a ser muito poupado, acredite), quer dizer que consome, num período, 10 horas neste trabalho.
3. Correcção de testes: o prof. Simplício tem, como vimos, 125 alunos, isto implica que ele corrige, por período, 250 testes. Vamos imaginar que ele consegue corrigir cada teste em 25 minutos (o que, em muitas disciplinas, seria um milagre, mas vamos admitir que sim, que é possível corrigir em tão pouco tempo), demora mais de 104 horas para conseguir corrigir todos os testes, durante um período.
4. Correcção de trabalhos de casa: consideremos que o prof. Simplício só manda realizar trabalhos para casa uma vez por semana e que corrige cada um em 10 minutos. No total são mais de 20 horas (isto é, 125 alunos x 10 minutos) por semana. Como o período tem 14 semanas, temos um resultado final de mais de 280 horas.
5. Correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo: vamos pensar que o prof. Simplício manda realizar apenas um trabalho de grupo, por período, e que cada grupo é composto por 3 alunos; terá de corrigir cerca de 41 trabalhos. Vamos também imaginar que demora apenas 1 hora a corrigir cada um deles (os meus colegas até gargalham, ao verem estes números tão minguados), dá um total de 41 horas.
6. Investigação: consideremos que o professor dedica apenas 2 horas por semana a investigar, dá, no período, 28 horas (2h x 14 semanas).
7. Acções de formação contínua: para não atrapalhar as contas, nem vou considerar este tempo.
Vamos, então, somar isto tudo:
84h+10h+104h+280h+41h+28h=547 horas.
Multipliquemos, agora, as 9 horas semanais que o professor tem para estes trabalhos pelas 14 semanas do período: 9 hx14= 126 horas.
Ora 547h-126h=421 horas. Significa isto que o professor trabalhou, no período, 421 horas a mais do que aquelas que lhe tinham sido destinadas para o efeito.
Vamos ver, de seguida, quantos dias úteis de descanso tem o professor no Natal.
No próximo Natal, por exemplo, as aulas terminam no dia 18 de Dezembro. Os dias 19, 22 e 23 serão para realizar Conselhos de Turma, portanto, terá descanso nos seguintes dias úteis: 24, 26, 29 30 e 31 de Dezembro e dia 2 de Janeiro. Total de 6 dias úteis. Ora 6 dias vezes 7 horas de trabalho por dia dá 42 horas. Então, vamos subtrair às 421 horas a mais que o professor trabalhou as 42 horas de descanso que teve no Natal, ficam a sobrar 379 horas. Quer dizer, o professor trabalhou a mais 379 horas!! Isto em dias de trabalho, de 7 horas diárias, corresponde a 54 dias!!! O professor Simplício tem um crédito sobre o Estado de 54 dias de trabalho. Por outras palavras, o Estado tem um calote de 54 dias para com o prof. Simplício.
Pois é, não parecia, pois não, caro anónimo? Mas é isso que o Estado deve, em média, a cada professor no final de cada período escolar.
Ora, como o Estado somos todos nós, onde se inclui, naturalmente, o nosso prezado anónimo, (pressupondo que, como nós, tem os impostos em dia) significa que o estimado anónimo, afinal, está em dívida para com o prof. Simplício. E ao contrário daquilo que o nosso simpático anónimo afirmava, os professores não descansam muito, descansam pouco!
Veja lá os trabalhos que arranjou: sai daqui a dever dinheiro a um professor. Mas, não se incomode, pode ser que um dia se encontrem e, nessa altura, o amigo paga o que deve.

DESBLOQUEAMENTO DE TELEMÓVEIS

Desbloqueamento de telemóveis deixa de ser pago no fim do período de fidelização
Desbloquear um telemóvel vai ser gratuito no fim do período de fidelização, que vincula os clientes a uma determinada operadora, segundo a legislação hoje publicada, que introduz também limites aos valores cobrados por este serviço.
O Decreto-Lei 56/2010 proíbe a cobrança “de qualquer contrapartida pela prestação do serviço de desbloqueamento dos aparelhos findo o período de fidelização” e estabelece limites aos valores cobrados para pôr fim a um contrato ou pedir o desbloqueamento durante esse período.
Durante o período de fidelização, é proibido cobrar valores superiores a cem por cento do custo do equipamento nos primeiros seis meses, deduzidos do valor já pago pelo utente.
Após os seis meses, o valor cobrado não pode ser superior a 80 por cento do custo do telemóvel e, no último ano do período de fidelização, só pode ir até 50 por cento deste valor. O período de fidelização tem um prazo máximo de 24 meses.
Se não estiver definido um período de fidelização, não pode ser cobrada uma quantia superior à diferença entre o valor do equipamento à data da aquisição e o valor já pago pelo cliente para desbloquear o telemóvel.
Os operadores deverão fornecer este serviço num prazo máximo de cinco dias após o pedido do consumidor.
No preâmbulo, o diploma cita um estudo da Autoridade da Concorrência, que identificava a falta de mobilidade dos consumidores como um dos entraves a uma maior concorrência no sector das comunicações electrónicas em Portugal.
O desbloqueamento gratuito era uma reivindicação antiga da associação de defesa dos consumidores Deco, que considerava não haver razões legais para obrigar os cliente a ficar numa rede contra sua vontade e exigir o pagamento de um certo montante para se poder libertar.

sexta-feira, 11 de março de 2011

SERÁ POSSÍVEL UNIRMO-NOS EM PROTESTO?

Meus caros amigos o texto que se segue, nada tem a ver com bandeiras partidárias, mas tão somente alertar e avisar as populações acerca da forma como os portugueses estão sendo manipulados pelos nossos “muito queridos governantes” (todos até hoje).
Quem ouviu o discurso do Presidente da República e logo de seguida absorveu as “lindas” palavras do “Conselheiro Assis” admitirá que esta M… está mesmo muito mázinha. A ganância dos nossos políticos-governantes tem sido posta em prática de uma forma tão bárbara, que nos conduziu para a triste situação em que nos encontramos. Veja-se que em Portugal já se compram alhos “made in China”. Atão e as vacas, podem ou não podem produzir o leite que os portugueses consomem, sem que estejam inseridas em metas EU e a um preço acessível a todas as bolsas menos favorecidas. Afinal Portugal é uno ou é de duplicidade duvidosa?
Ora aqui vai o texto:
…”
A data marcada já está marcada. Mesmo que não possas ir, apela aos teus amigos.
12 de Março de 2011 - Um milhão de pessoas na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política.
Esta nota-aviso vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a “chulisse”, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso. Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar. Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;
2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes;
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES...;
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...;
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado;
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora;
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos;
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público;
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD);
23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado;
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos;
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois;
30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
…”

Outros tempos, outra ética...

Era oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos. O pai deixou de lhe pagar os estudos e deserdou-o. Trabalhou, dando lições de inglês, para poder continuar o curso. Formou-se em Direito. Foi advogado, professor, escritor, político e deputado. Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Foi reitor da Universidade de Coimbra. Foi Procurador-Geral da República.
Passou cinquenta anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa. Com 71 anos, foi eleito Presidente da República. Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..." Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este. Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso. Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo e nem sequer Conselho de Estado.
Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar, também, do seu bolso. Este SENHOR, Manuel de Arriaga, foi o primeiro Presidente da República Portuguesa.
Não deixou seguidores ou discípulos!

quarta-feira, 9 de março de 2011

LIBIA – ZONA DE EXCLUSÃO AÉREA

De um grande amigo meu, recebi este texto oriundo da AVAAZ.ORG:

---" Enquanto os aviões do Kadafi bombardeiam o seu próprio povo, o Conselho de Segurança irá decidir em 48 horas se eles irão impor a zona de exclusão aérea para impedir os aviões de guerra do governo de voar.
Juntos enviámos 450.000 emails para o Conselho de Segurança da ONU, colocando pressão no Presidente do Conselho e ajudando a conquistar sanções sobre o regime e justiça para o povo da Líbia. Agora, para impedir um massacre, nós precisamos de um apeloo massivo pela zona de exclusão aérea.
Se o Kadafi não puder usar os seus aviões, ele irá perder uma arma chave em uma guerra em que os civis são os que mais sofrem. Enquanto os seus helicópteros e aviões estiverem no ar, o número de mortes irá aumentar. Nós só temos 48 horas – vamos conseguir 1 milhão de mensagens para parar os ataques mortais do Kadafi antes que seja tarde:
http://www.avaaz.org/po/libya_no_fly_zone_1/?vl
A oposição pediu a ajuda da comunidade internacional para “proteger o povo da Líbia dos crimes contra a humanidade que estão sendo cometidos contra eles”. O Ministro das Relações Internacionais do Reino Unido diz que há “relatos confiáveis do uso de helicópteros de guerra contra civis pelas forças do governo”.
Enquanto isso, a liderança da OTAN diz que qualquer tentativa de impor a zona de exclusão aérea precisaria primeiro de uma resolução da ONU. Em muitas crises como esta, um ou outro país da ONU vetou um posicionamento forte, mas na Líbia uma situação nova emergiu. As sanções do Conselho de Segurança são reais. Embaixadores da ONU dizem que representantes “concordam significativamente" que o Kafafi precisa sair. O que nós precisamos é de mais um empurrão da sociedade civil global.
A resolução não seria a solução final, a imposição da zona de exclusão aérea poderá ser perigosa e complexa. Porém somente a ameaça da imposição poderá mostrar para o Kadafi que o seu tempo expirou. Os nossos governos precisam saber que nós estamos ao lado do povo da Líbia e que não aceitamos demoras.
Os movimentos pacíficos pela democracia no mundo árabe inspiraram o mundo. Porém, o Kadafi escolheu o pior caminho – a repressão violenta para esmagar as manifestações corajosas e pacíficas. Neste momento nós podemos ver dois futuros para a Líbia: a violência prolongada de um ditador contra o seu povo, ou, medidas internacionais que apoiam as aspirações do povo da Líbia.
Nestes dias cruciais, nós precisamos reconhecer que as nossas ações, como cidadãos globais, irão afetar o destino dos nossos irmãos e irmãs na Líbia. Nós devemos unir-nos em solidariedade às pessoas que já se foram e aquelas que estão lutando para sobreviver.---"