sábado, 18 de junho de 2011

INDIGNAÇÃO, INDIGNAÇÃO, INDIGNAÇÃO!!!

Do meu querido Amigo MANUEL CERQUEIRA, recebi e com muito apreço e transmito a todos os meus leitores o seguinte artigo:

INDIGNAÇÃO VOLUNTARIA

Neste tempo difícil, de fome e de desemprego, onde os mais idosos e carenciados não têm voz activa, pode haver um factor relevante que poderia ajudar e que está ao alcance de qualquer cidadão Barreirense, é a solidariedade para quem mais sofre. Hoje, ao contrário de um passado de algumas décadas, a solidariedade passou a estar cada vez mais distante. É um modo contínuo que todos nós podemos quebrar com a nossa mudança de atitude.
Eu também mudei e já sinto o destino, ambição e coragem do Provedor Dr. Júlio Freire dos membros da Mesa Administrativa dos nossos irmãos e de todos os trabalhadores da Irmandade em transformar a nossa Santa casa da Misericórdia do Barreiro na maior rede Social de apoio concreto e direto aos mais carenciados, Idosos e crianças.
Gosto desta paixão e visão do futuro. Se os inadiáveis e importantes investimentos (Equipamentos Sociais) que se constroem e desenvolvem actualmente nas instalações da Santa casa da Misericórdia do Barreiro são uma soma de coragem e de esperança, sairá, mais cedo ou mais tarde a alegria e satisfação do dever cumprido porque tem como objectivo principal e único as crianças os Idosos e os doentes mais necessitados como destinatários preferenciais.
Ao aceitar o convite, que muito me honra, para trabalhar graciosamente como voluntario na Santa casa da Misericórdia do Barreiro fiquei automaticamente sujeito á devassa pública e a ser gratuitamente enxovalhado anonimamente por gente cobarde e sem escrúpulos. “Vivi grande parte da minha vida no tempo do salazarismo, e ao que estou assistindo neste pobre e desgraçado Barreiro é ao renascer de uma nova elite de pides à cata de bufos para a sua nojenta paranóia persecutória. Nem Salazar e seus acólitos foram alguma vez tão longe na devassa anónima da vida dos cidadãos. É muito fácil para os marginais da noite, escondidos no anonimato dos Blogs e Email, dizer mal de quem não conhecem, é muito fácil para os frustrados da sociedade ofender a integridade moral de pessoas de bem, de barreirenses sérios, honestos que construíram a sua vida familiar com dignidade, com respeito e com valores sublimes que os pais lhes transmitiram”, é muito fácil para os oportunistas, parasitas da minha terra, produzirem anonimamente mentiras, denegrindo a imagem de homens e mulheres (gente honesta e com família) que na Instituição trabalham e que todos os dias procuram dar o seu melhor (dentro do possível) para que nada falte aos nossos idosos, crianças e carenciados.
É muito fácil para gentalha imbecilizada e sem vergonha difamar anonimamente ilustres figuras políticas da nossa autarquia.
É muito fácil para os canalhas da intriga gratuita ofender os responsáveis da Instituição (elementos de todos os órgãos sociais) que trabalham em parceria com todos os agentes económicos, sociais e culturais e população em geral, com lealdade de propósitos, com boa vontade, com interesses descomprometidos, com grande espírito de missão e sinceros desejos de dar aos demais o melhor de si próprios. Órgãos Sociais que democraticamente foram eleitos em Assembleia Geral pelos irmãos e que solenemente assumiram a enorme responsabilidade de gerir (com dificuldades) a maior entidade empregadora privada do concelho do Barreiro com mais de 250 colaboradores. É muito fácil dizer mal da Irmandade da Santa casa do Barreiro das suas magníficas 14 obras de Misericórdia e da Igreja Católica.”.
Lamento estas pessoas que já nem com as orelhas são capazes de sacudir as moscas, tenham perdido o bom senso e os valores da gratidão para com a Santa casa do Barreiro. O que é preciso é dizer mal. Sempre foi assim e será até à consumação dos séculos. Faz parte da forma de ser de certos cidadãos barreirenses (ou serão vilãos?!), reforçada com a preciosa ajuda da “madrinha” política. Invejas mesquinhas porque o lugar é de outro; pela cor política, ou a não obtenção de favores desejados, faz saltar o veneno da atoarda como chispa de isqueiro.
Mas apeteceu-me escrever a minha indignação dizendo o seguinte: “Sou um genuíno barreirense e nunca pactuei com mesquinhas atoardas de escárnio e mal dizer.
“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não foge de sua mortalidade, Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial!
Se querem que as vossas queixas venham directamente para a rua, escrevam desassombradamente para qualquer jornal – Nacional ou Regional - mas assumindo responsabilidades e devidamente identificados, e não tenham dúvidas de que tudo farei para que a luz da verdade jorre livremente.
Ficam muitos barreirenses, amigos e ilustres beneméritos da Santa casa da Misericórdia á espera da vossa coragem. Não me decepcionem.

Sem comentários:

Enviar um comentário